Apaixonante é a melhor palavra para descrever "Onde Vivem os Monstros".
Meu primeiro motivo é que os monstros do filme são seres gigantes de verdade e fofões, quase sem efeitos especiais. Ou seja, são, basicamente, bichos de pelúcia gigantes.
Meu segundo motivo é que Max (Max Records) é um guri muito, muito fofinho.
O terceiro motivo é a história mesmo.
Max é um garotinho criativo (até demais) que se sente sozinho, se irrita com a mãe, foge e vai parar em uma ilha distante onde habitam monstros gigantes e bipolares.
Não, os monstros não querem comer Max de cara. Mas também não se deixa de cogitar a ideia, nem quando ele, muito esperto, consegue se declarar rei e fazer com que seus novos amigos executem seus planos mirabolantes.
Enquanto isso, desenvolve uma amizade com Carol, o gigantão estressado e confuso apaixonado por KW, uma monstra desertora do grupo (e, ao contrário de seus conterrâneos, estável).
Ok, vou parar por aqui. Não vou além, senão o filme perde a graça e você perde a razão de asssitir. Deixo um último comentário apenas: se em você ainda vive uma criança, assista ao filme. Você não vai se arrepender.

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