domingo, 11 de julho de 2010

A grande mulher.

mid season dos seriados é uma tortura para mim. Sempre sobra um enorme tempo daquele tradicionalmente dedicado às cerca de 10 séries que acompanho, sem nada pra fazer. 
Esse ano resolvi apelar. Como consegui cometer a loucura de assistir Golden Globe, Emmy e Oscar sem nem uma pipoquinha, minha lista de "a assistir" aumentou razoavelmente. Foi o Golden Globe que me iluminou o suficiente para assistir o primeiro capítulo de The Good Wife.
Sempre gostei de Julianna Margulies. Acho que isso vem um pouco das 34549 vezes que eu assisti "As Brumas de Avalon", (já que Morgana sempre foi minha personagem preferida, desde os livros). Quando a vi toda bela subindo no palco para receber a estatueta de melhor atriz em série dramática, isso completou. Mas o golpe fatal foi Raj (The Big Bang Theory), usando um telescópio para assistir ao seriado na TV do vizinho. Convenceu 100%.
Então esperei as férias. E, em uma bela quinta à noite, comecei a excelente experiência de acompanhar a volta à labuta de Alicia Florrick. 
Séries muito jurídicas nunca me convenceram. Law & Order e todas as filiais sempre me agoniaram. Mas The Good Wife me surpreendeu. Primeiro porque não é uma série puramente jurídica. Na verdade, o Direito é consequência da vida de Alicia e sua família.
Esposa do equivalente ao "Procurador Geral" da região de Chicago, a série já começa em meio ao escândalo da corrupção de Peter Florrick (Mr. Big, de Sex and the City) e seu envolvimento com prostitutas. Daí pra frente, é basicamente a volta de Alicia à advocacia em um grande escritório corporativo, competindo com um cheiro-de-leite (Logan, de Gilmore Girls) pela vaga definitiva, tentando retomar o compasso com casos muito, muito interessantes. Tudo isso em meio a uma confusão da família que tenta se restabelecer, o marido que tenta prisão domiciliar, intrigas políticas
Em resumo, uma fórmula altamente viciante, que garantiu mais um seriado para minha lista de retorno da temporada.

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